
Prótese de Tornozelo: Tudo Sobre a Recuperação e o seu Tempo
A prótese de tornozelo é uma intervenção cirúrgica avançada que pode oferecer alívio significativo para pessoas que sofrem de dor crônica…

Muitas pessoas entram em pânico quando quebram ou descobrem alguma fratura no tornozelo. Neste artigo falarei sobre essa lesão e seu tratamento.
Existem duas formas de acontecer uma fratura no tornozelo. Os mecanismo de trauma mais comuns são:
. Entorse do tornozelo
Popularmente chamada de torção no tornozelo. Geralmente acontece quando o indivíduopisa em algum buraco sem perceber ou se desequilibra de um calçado com o salto mais alto.
. Compressão axial ou trauma direto
Acontece quando o paciente cai de uma altura muito grande, e cai de pé, ou quando recebe uma “pancada”no tornozelo.
Fraturas causadas por esses mecanismos são bem mais comuns em pessoas do sexo masculino, com idades entre 35 e 40 anos, e estão ligadas à acidentes de trânsito e quedas de lugares altos. Já quando se fala em torção do tornozelo, as mulheres idosas são as mais afetadas.

Uma fratura no tornozelo pode ser bastante dolorosa e apresentar alguns sinais que podem ajudar a identificá-la, tais como inchaço, dor aguda, dificuldade para caminhar ou colocar o pé no chão, hematomas e deformidades. É importante que se busque assistência médica imediatamente após a lesão, para que seja feita a avaliação e o tratamento adequado.
Entenda quando o inchaço no tornozelo pode ser preocupante, Aqui!
Entre os sinais e sintomas têm-se: dor intensa no local, edema (conhecido inchaço) e deformidades ao redor do tornozelo. A incapacidade de por o pé no chão após uma torção também pode ser um indicativo importante.

A fratura do maléolo lateral é uma das mais comuns no tornozelo, ocorrendo quando o osso lateral do tornozelo, chamado de maléolo, é quebrado. Essa lesão é comumente causada por torções e traumas diretos no tornozelo, podendo ser classificada em diferentes graus de gravidade. O diagnóstico é feito por meio de exames de imagem, como radiografias e tomografias.
O mais desafiador da prática ortopédica é que nenhuma fratura no tornozelo é idêntica a outra. O padrão específico da fratura de um indivíduo depende do mecanismo do trauma, da qualidade óssea, integridade ligamentar e anatomia individual. Isso faz com que a melhor decisão para tomar relativo à fratura só possa ser feita por um médico Ortopedista capacitado, que levará em conta outros fatores para chegar à conclusão se o mais benéfico para o doente será a cirurgia ou o tratamento conservador.
Veja: o mais desafiador da prática ortopédica é que nenhuma fratura no tornozelo é idêntica a outra. O padrão específico da fratura de um indivíduo depende do mecanismo do trauma, da qualidade óssea, integridade ligamentar e anatomia individual. Isso faz com que a melhor decisão para tomar relativo à fratura só possa ser feita por um médico Ortopedista capacitado, que levará em conta outros fatores para chegar à conclusão se o mais benéfico para o doente será a cirurgia ou o tratamento conservador.

Dentre os vários parâmetros utilizados para definir se a cirurgia será necessária ou não, temos alguns guias que você pode se apropriar para entender melhor o raciocínio médico. Essencialmente, o que o ortopedista tenta “desvendar” é se aquela fratura específica apresenta algum grau de instabilidade. Isso significa movimento entre os fragmentos ósseos da fratura ou em relação à congruência articular.
Fraturas instáveis devem ser operadas sob risco de sequelas mais graves, incluindo deformidade, lesão da cartilagem, lesão de pele e artrose. As fraturas estáveis por sua vez podem ser tratadas de maneira conservadora, com bota gessada ou bota robofoot (a escolha entre essas duas táticas é um episódio à parte).
O diagnóstico da instabilidade, de maneira bem geral, é feito utilizando-se um antigo conceito de que se duas ou mais partes do “anel de estabilidade” do tornozelo estão comprometidas, a fratura é instável. Esse anel é feito por partes ósseas e ligamentares que incluem o maléolo lateral (fíbula), o maléolo medial (na tíbia), o maléolo posterior (também na tíbia), o ligamento deltóide e os ligamentos da sindesmose tibiofibular distal. Para você que me acompanhou bem até aqui já é possível inferir, por exemplo, que uma fratura do maléolo lateral e do maléolo medial afeta duas partes do anel de estabilidade e é, portanto, instável e cirúrgica.
Não existe melhor tratamento, como se isso fosse possível escolher para o mesmo tipo de fratura. Existem fraturas que tem indicação cirúrgica por serem instáveis e outras que não precisam por serem estáveis.
Em casos em que escolho pelo tratamento conservador junto ao paciente, sigo a filosofia do tratamento funcional, no qual, por princípio, a imobilização é a mínima possível e o início de ganho de movimento e manutenção da musculatura é o mais precoce possível. O resultado desse tratamento é um retorno mais precoce às atividades cotidianas e às atividades esportivas.
Nos casos em que se opta pela cirurgia no tornozelo, diversos dispositivos de osteossíntese estão disponíveis para fixar os ossos como placas, parafusos e âncoras. Esses dispositivos em sua grande maioria não precisam ser retirados após a cirurgia.

A osteossíntese, como descrita acima, é um procedimento cirúrgico em que os ossos quebrados são fixados com placas e parafusos, permitindo que eles se recuperem corretamente. Esse tipo de procedimento pode ser indicado em casos de fraturas graves no tornozelo, e é importante seguir as orientações médicas para o período pós-cirúrgico.
Após a cirurgia, é importante seguir as orientações do médico, incluindo cuidados com a ferida cirúrgica, repouso e fisioterapia. A recuperação pode ser longa e gradual, e é importante ter paciência e seguir todas as orientações para evitar complicações e garantir uma recuperação completa.
Após o diagnóstico da fratura, é importante seguir as orientações do médico para cuidar da lesão. Normalmente, é indicado o uso de imobilização do tornozelo com gesso ou bota ortopédica, repouso, elevação do pé e aplicação de gelo para diminuir o inchaço. Além disso, fisioterapia pode ser indicada para ajudar na recuperação da mobilidade e força do tornozelo.
Em alguns casos, mesmo após a recuperação completa da fratura, podem ocorrer algumas sequelas, como dor crônica, instabilidade no tornozelo e dificuldade para caminhar ou praticar atividades físicas. Por isso, é importante seguir todas as orientações médicas para minimizar os riscos de sequelas e garantir uma recuperação completa.
Para o tratamento adequado da fratura no tornozelo, é importante buscar um especialista em ortopedia e traumatologia, com experiência em lesões no tornozelo. Em Belo Horizonte, o Dr. Tiago Baumfeld atua no cuidado especializado de fraturas do Pé e do Tornozelo.
Portanto se você quebrou o tornozelo e tiver mais dúvidas sobre esse tema, entre em contato e tenha um atendimento personalizado com o Dr. Tiago Baumfeld, uma das maiores referências em ortopedia dos pés e tornozelos em BH.
Aviso: este conteúdo tem caráter informativo e educativo e não substitui a consulta, o diagnóstico ou o tratamento com um médico. Procure um ortopedista para avaliar o seu caso individualmente.
Atualizado em 9 de julho de 2026.

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